E Daniel propôs no seu coração não se contaminar. —Daniel 1:8

quinta-feira, 5 de maio de 2016
Daniel foi levado cativo quando era adolescente para a cidade pecaminosa da Babilônia, onde foi separado da influência piedosa de seus pais e de sua família. Deram-lhe um nome de um deus pagão e foi inscrito num programa de educação ímpio.

Muitos dos seus companheiros, que também foram levados para o cativeiro, rejeitaram sua educação piedosa e aceitaram os novos costumes pagãos. Além disso, Daniel enfrentava muitos sofrimentos nas mãos de homens cruéis e sem misericórdia.

Se havia alguém que deveria ter se revoltado contra Deus e seu padrões de moral com os quais tinha sido criado, esse era Daniel. Em vez disso, ele se tornou uns dos exemplos mais notáveis de Deus no tocante a representar sozinho as convicções escriturísticas. Cada vez que Daniel ficava sozinho, parecia que ia ser derrotado; mas Deus usou as lutas que ele enfrentava para honrá-lo mais e lhe dar uma visão espiritual ainda mais abrangente.

Em todas as épocas, Deus está a procura dos “Daniel” — homens e mulheres que entendam os princípios das Escrituras e que tenham determinado a vivê-los a qualquer custo. “O Senhor está comigo; não temerei o que me pode fazer o homem” (Salmo 118:6). Daniel tinha uma grande confiança em Deus. “Não temas o pavor repentino, nem a investida dos perversos quando vier. Porque o Senhor será a tua esperança; guardará os teus pés de serem capturados” (Provérbios 3:25–26).

Deus fechou a boca dos leões e Daniel não sofreu nenhum dano. Ele era um homem forte de Deus por causa de sua fé.


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